Disputar a atenção do consumidor é algo muito difícil nos dias de hoje. A diversidade de canais de comunicação, além da mudança de comportamento do consumidor, torna a criação um fator ainda mais competitivo na publicidade.
Embora alguns já tenham decretado sua morte, o e-mail ainda faz parte da grande maioria das estratégias digitais das corporações. Evidentemente, muitas empresas já têm políticas claras de privacidade e não se arriscam mais a fazerem disparos de e-mails sem solicitação. As ferramentas de disparo e de métricas também se sofisticaram, garantindo assim um tipo de comunicação eficaz e dirigido. Além disso, o crescimento da participação de smartphones e telefones celulares com mais recursos faz com que as mensagens de e-mail também possam ser lidas com mais facilidade.
O e-mail marketing, portanto, está longe de morrer - mas, como sempre, é necessário garantir sua sobrevivência apostando em estratégias que privilegiem, além da personalização, uma experiência agradável ao usuário, tanto do ponto de vista do conteúdo oferecido quanto do design.
Veja aqui algumas dicas importantes para assegurar uma boa performance de suas campanhas de e-mail:
Certifique-se de que a campanha de e-mail tenha consistência, agindo de forma eficaz como um complemento da linha principal. Tome cuidado com o visual: faça com que ele remeta à marca - de nada adianta promover o lançamento de um produto através do e-mail, se o visual da peça não tiver rigorosamente nada a ver com o restante das ações online e offline.
Se eventualmente você estiver usando o e-mail para uma campanha especial de promoções - como o Dia das Mães, por exemplo - não se esqueça de conceber um design que permita flexibilidade e rapidez na geração e alteração de conteúdo. Afinal, pode ser que uma oferta tenha que ser mudada às pressas e você precisa estar preparado.
Invista na concepção de "subjects" interessantes, em e-mails mais "compactos", a fim de chamar a atenção para sua promoção. O conteúdo, claro, precisa ser conciso, os produtos oferecidos relevantes para sua audiência e a promoção atraente.
No caso de uma campanha para a data especial, como o Natal, por exemplo, considere fazer um lançamento de campanha que introduza a promoção e sirva como um teaser, atiçando a curiosidade do público e com isso aumentando as possibilidades de êxito da campanha.
Não se esqueça de prover conteúdo informativo, que revele ao consumidor telefones para atendimento ao cliente, dicas para compras seguras e prazos de validade de promoção.
Se você está planejando usar peças com conteúdo dinâmico, esteja certo de que cada oferta será enviada para o nicho de público correto. Nada mais chato do que receber um e-mail com ofertas pouco úteis para as suas necessidades.
E, claro, revise o texto. Adeque sua mensagem ao perfil de público. Não precisa usar uma linguagem rebuscada, é claro, mas não conferir a gramática ou corrigir prováveis erros de digitação é uma falha grave, pois denota descuido.
Com estes pequenos cuidados, e mais uma ferramenta de disparo eficiente, sua campanha de e-mail certamente trará os resultados desejados.
Fonte: iMasters
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Dicas criativas para o e-mail marketing
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Flex Builder 3.0 Serial Number
Para quem (como eu) estava procurando sem descanso um serial válido para o Flex Builder 3, aí vai um que funciona:
1377-4168-1248-5622-4309-5177
De nada! Divirtam-se!
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Como o Google Entende seu Texto
Se você gosta de Web Writer, essa é uma boa hora para conhecer como os mecanismos de busca processam o seu texto, e como você pode escrever um bom texto entendendo essa lógica. Esses conceitos são conhecidos por poucas pessoas aqui no Brasil, então sinta-se privilegiado ao final da leitura.
Não serei muito técnico para não deixar o texto cansativo, todos os conceitos que explicarei abaixo vou dar exemplos práticos como influem diretamente no seu HTML.
Para começar você deve saber o que é IR (Information retrieval) ou Recuperação da Informação para nós. É uma área da Ciência da Informação que está por trás do tratamento e busca por dados e meta dados em documentos.
É de fundamental importância que analistas SEO e SEM entendam os princípios básicos de IR para não bolarem teorias mirabolantes sem base técnica, como acontece e muito nos Estados Unidos. Muitos profissionais de Marketing sem conhecimento de Ciência da Informação bolam teorias de SEO com base em testes, só que montar uma teoria somente por percepção abre uma grande brecha para erros e dupla interpretação.
Etapas de Representação de dados de um Site pelos Mecanismos de Busca
Indexação
Durante o processo de Arquivamento da página (ou indexing) esse documento é preparado para uso por um sistema de IR. O site está todo cru para o sistema, cheio de tags, metatags, caracteres especiais, pontuações etc. Os sistemas precisam do conteúdo todo limpo para poder entender o que a sua página está falando. Então ele transforma o seu documento em uma representação de texto. Nesse processo ele cria duas bibliotecas: uma para expressões regulares e outra para stop words (palavras comuns, ex: que, de, etc.). Também seta alguns filtros e parsers (processadores).
Passos da Indexação
Linearização do Documento
É o processo onde o documento é reduzido somente a termos em minúsculo e sem pontuação. O sistema remove todas as tags HTML, toda a pontuação e acentuação, caracteres especiais e espaços.
O processo onde o texto é tratado após a remoção da marcação é conhecido como Tokenização.
Na tokenização o computador é instruído a entender que aquela seqüência de bytes é uma palavra separada da outra. Alguns usam hífen, outros não.
Durante a linearização o CSS é removido. Logo, você percebe que se o seu HTML não estiver em ordem, o buscador vai ter em um primeiro momento uma informação desconexa e poderá entender errado o seu texto. Se você fez pirotecnia no css, mandando um texto que está em primeiro no HTML para o rodapé do site, já está no caminho errado. Por isso a importância do envolvimento de todas as áreas de desenvolvimento no trabalho de SEO.
Se você tem um fluxo de informação coerente no seu HTML, na hora que o sistema de IR deixar "pelado" o seu site você estará tranqüilo, pois o carregamento da informação se dará de forma correta. Com os temas das informações sendo coerentes com tópicos e sub tópicos. O posicionamento do texto no seu carregamento na linearização se dá pela sua marcação HTML.
Quando há erros nesse fluxo o índice é avaliado erroneamente, alguns buscadores simplesmente ignoram os erros e você perde peso nessas determinadas áreas da sua página.
Filtragem
Neste processo o sistema faz a escolha dos termos que irão "representar" o seu documento, descrevendo o conteúdo e diferenciando a sua página das demais já arquivadas no banco de dados.
É nessa hora que as stop words são ignoradas da representação do texto, pois elas são palavras muito comuns presentes em milhares de textos, se elas fossem levadas em consideração a relevância seria afetada, porque elas não trazem a maior densidade de informação. Essa remoção se dá de forma padronizada, no começo da indexação o sistema cria uma biblioteca de termos muito usados e só os ignora nas representações posteriores como na Filtragem.
Deixando os talos
Aqui os termos irão ser reduzidos aos "talos". O sistema detona as variações. Exemplo: as palavras "pensamos", "pensais" e "pensam" vão virar somente "pensa". Nem todos os sistemas usam o mesmo tipo de algoritmo para redução de termos.
Os mecanismos de busca fazem isso para economizar espaço, é uma maneira de reduzir o processamento e indexar mais páginas rapidamente. Existem várias complicações para esse processo que eu particularmente desconheço.
E se você está se perguntando: e o que acontece com as variações? Lembre que é só uma representação do seu texto.
Pesos e Rankeamento
Esse é o último passo na maioria de sistemas IR da representação de texto da sua página, é onde os termos "talos" recebem pesos que podem ser atribuídos de diferentes formas, e é exatamente aqui que muitos analistas SEO e SEM começam a "chutação" com teorias mirabolantes como a de Keyword Density.
Quanto mais peso nos elementos on-page mais chances de posicionar o seu site em primeiro lugar nos buscadores, como o Google. Pois alguns fatores e elementos você não pode controlar, agora esses elementos é mais que seu dever como desenvolvedor fazer um bom trabalho.
Nos próximos artigos aqui no iMasters vou abordar o que realmente sabemos sobre esses pesos e é nesse ponto que a coisa começa a ficar interessante para escrevermos textos competitivos e com grande densidade de peso nos elementos na página.
Fonte: iMasters
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Certificação Digital - Segurança da informação ao alcance de todos
A Certificação Digital está bastante difundida no meio corporativo brasileiro, mas, ainda assim, existem dúvidas surgindo entre os interessados em adquiri-la. O Certificado é uma assinatura virtual, um arquivo eletrônico assinado digitalmente, que tem por objetivo tornar mais segura a prática de atividades on line, permitindo a identificação inequívoca das partes envolvidas.
Ao receber uma requisição, por exemplo, se verificam os campos do certificado digital, e a partir destes dados se tem certeza que a origem da requisição é confiável e autêntica. Como mais um exemplo da aplicabilidade podemos citar as transações bancárias, no qual o Banco terá certeza de quem está acessando os dados da conta corrente, evitando fraudes.
A Certificação garante o sigilo, a privacidade, a identificação, a autenticação, a integridade, o não repúdio das transações efetuadas ou documentos assinados, bem como tem validade jurídica.
A Receita é uma das grandes motivadoras para adoção da Certificação Digital. Em 2007 foram emitidos aproximadamente 250 mil certificados digitais pela ICP-Brasil. A Receita Federal já disponibiliza uma série de serviços à pessoa física através de seu endereço eletrônico e-CAC, que deve ser acessado por portadores de e-CPF, por exemplo.
Para o meio corporativo, podemos destacar as organizações ligadas ao Comércio Exterior que utilizam os sistemas da Receita como o Siscomex, que serão muito em breve obrigadas a utilizar o Certificado para efetuarem suas transmissões de Declarações para a Receita. Um outro exemplo a citar é a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e - que somente será recebida pela Secretaria da Fazenda se remetida de um ambiente que possua a Certificação Digital.
A empresa portadora do Certificado pode ainda emitir uma Procuração Eletrônica para que seu contador efetue consultas e transações on line em seu nome, não havendo necessidade de entregar sua chave privada ao contador, pois com a chave privada em mãos pode-se descriptografar suas informações e criar chaves públicas para que outras pessoas também o façam. No caso de Despachantes Aduaneiros a empresa pode considerá-lo como seu Representante Legal, não havendo necessidade de emitir Procuração Eletrônica para o mesmo.
O Certificado associado a um meio físico confere maior segurança, sendo que existem vários meios físicos que podem armazenar os dados, como Tokens, Smart Cards, nos quais basicamente, dependendo do tipo do Certificado escolhido, ficam armazenados os dados do proprietário, como se fosse um RG (Registro Geral), porém com prazo de validade.
O Certificado é transmitido por uma conexão segura, que utiliza um protocolo de transmissão específico para transmitir dados criptografados, com isso, os dados do portador são protegidos, garantindo o sigilo dos dados de quem assina a mensagem.
As Autoridades Certificadoras (AC) são órgãos autorizados a emitir certificados digitais pelo ITI, órgão do Governo Federal. O ITI controla a ICP-Brasil (Infra Estrutura de Chaves Públicas Brasileira). As Autoridades de Registro (AR), fazem o reconhecimento presencial das pessoas que solicitam o certificado.
Com certeza esta é mais uma inovação do Governo Brasileiro a serviço da comunidade do comércio exterior.
Fonte: iMasters
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Google lança lista das cem buscas mais populares
O site Google lançou uma ferramenta que mostra os cem assuntos ou sites mais procurados.
A lista, parte do serviço de tendências do Google, será atualizada várias vezes ao dia usando informações de milhões de buscas, segundo a empresa.
Pedidos de buscas sobre pornografia, clima e páginas populares como MySpace.com, além de celebridades, não serão incluídos.
Ao invés disso, o Hot Trends vai fornecer uma visão do que está interessando os internautas diariamente. O serviço junta elementos do Zeitgeist e Trends --dois produtos que já existem e que revelam dados baseados apenas em informações da semana anterior.
Músicas
"Existem eventos ocorrendo o tempo todo que a maioria de nós não tem conhecimento", disse o engenheiro de software Amit Patel.
Nos Estados Unidos, entre as buscas mais populares desta sexta-feira estava o filme "Piratas do Caribe - No Fim do Mundo".
Depois de uma atualização no Hot Trends, apareceram tópicos menos óbvios como "macacos com bolsas nas bochechas" em sétimo lugar ou, em primeiro lugar, "o autor mais estranho".
Ao clicar nos assuntos de buscas mais populares, o usuário recebe gráficos e uma lista de blogs, notícias relacionadas e páginas de internet com o assunto.
O Google também informou que muitas buscas são feitas em vésperas de grandes exames escolares e podem ser feitas por estudantes do ensino médio com dúvidas de última hora.
Segundo Amit Patel a lista deve atender pesquisadores da internet e jornalistas que procuram por boas idéias. "É muito divertido e vicia", disse.
Fonte: Folha Online
Desempenho Anual do Brasil em e-Commerce
(E-commerce - Comércio varejista virtual):
2001 = faturamento de R$ 0,54 bilhão
2002 = faturamento de R$ 0,85 bilhão (+ 55% ref. 2001)
2003 = fatueamento de R$ 1,18 bilhão (+ 39% ref. 2002)
2004 = faturamento de R$ 1,75 bilhão (+ 48% ref. 2003)
2005 = faturamento de R$ 2,50 bilhões (+ 43% ref. 2004)
2006 = faturamento de R$ 4,40 bilhões (+ 76% ref. 2005)
2007 = faturamento de R$ 6,40 bilhões (+ 45% ref. 2006)
Estimativa para os próximos anos:
2008: movimento de R$ 80,19 bilhões;
2010: movimento de R$ 100,90 bilhões;
Fonte: Wiki
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Google completa 10 anos: Um breve Histórico da Empresa
Eu ainda lembro dos mecanismos de busca que usava tão logo comecei a ser um usuário da internet. Para assuntos em português, preferia o Miner, que posteriormente foi comprado pela UOL e depois caiu no esquecimento. Para conteúdo em inglês, usava o Ask Jeeves e o AltaVista.
Quando não conseguia encontrar o que queria, utilizava outros serviços, até que, por dica de não me lembro quem, acessei um tal de Google. “Não presta”, logo pensei, ao observar as cores do logotipo e o layout exageradamente simples. Bom, já que eu estava lá, testei.
A partir desse dia, o Google passou a ser o meu sistema de busca preferido. Aos poucos, fui deixando o Miner de lado e indicando o Google a amigos e colegas que ficavam tão perdidos na internet quanto eu.
Só não fazia idéia de que, pouco tempo depois, o Google se tornaria uma das principais empresas da internet. Seu serviço de busca logo ficou popular e derrubou a preferência que a maioria das pessoas tinha pelos mecanismos concorrentes. Como se não bastasse, o Google começou a trabalhar em outros segmentos. Em meados de 2004, por exemplo, um tal de Gmail se tornou o assunto do momento, pois oferecia um e-mail com a incrível capacidade de 1 GB para armazenamento de mensagens. E de graça! Até então, para utilizar e-mails com generosas capacidades de 5, 10, 12 MB (isso mesmo, megabytes), tínhamos que pagar.
O problema do Gmail era a necessidade de ganhar um convite para utilizá-lo. Coisa rara, tanto que muita gente chegou a vender convites em sites como o eBay. Eu tive sorte. Consegui o convite graças à generosidade de um jornalista - pasme - no Orkut. Entre meu círculo de amizades na internet, fui um dos primeiros a ter acesso ao Gmail, e fiquei espantado com o que vi. Hoje, essa conta de e-mail é a mais importante que eu tenho.
E, logo em seguida, veio serviços como o fantástico Google Earth, o Google Calendar e tantos outros. Como uma empresa pode fazer coisas tão incríveis assim? Com essa pergunta na cabeça, comecei a pesquisar mais pela história do Google. Além de documentos on-line, consultei dois livros que me foram essenciais para compreender o universo desse fenômeno: A Busca, de John Battelle; e Google: A História do Negócio de Mídia e Tecnologia de Maior Sucesso dos Nossos Tempos, de David Vise e Mark Malseed. Essas obras são leituras recomendadas para quem deseja entender melhor o sucesso do Google.
Eu não vou conseguir explicar a história da empresa criada por Larry Page e Sergey Brin aqui (os livros mencionados acima o fazem muito bem, especialmente o segundo), mas mostro a seguir um resumo dos principais acontecimentos em relação ao Google até os dias de hoje:
Setembro de 1998: o Google é fundado oficialmente e tinha apenas 3 funcionários: os fundadores Larry Page e Sergey Brin, além de Craig Silverstein (hoje, a companhia tem quase 20 mil funcionários). A sede da empresa era uma garagem;
Uma das primeiras páginas do Google. Você pode vê-la aqui.
Junho de 1999: o Google recebe seu primeiro grande investimento (além dos 100 mil dólares iniciais na época da abertura da empresa), um aporte de 25 milhões de dólares de investidores de risco;
Março de 2000: lançado o Google Directory, um diretório de links que é tido como um dos primeiros serviços do Google além do sistema de busca;
Junho de 2000: o Google fecha um acordo - veja só! - com o Yahoo! e este passa a indexar seus resultados de busca. Como as páginas de resultado muitas vezes exibiam um pequeno logotipo do Google, o canal de busca do Yahoo! acabou servindo de meio para tornar a empresa de Sergey Brin e Larry Page mais conhecida. Imagino eu que, depois disso, o Yahoo! tenha começado a investir seriamente em pesquisas para o desenvolvimento de uma máquina do tempo;
Outubro de 2000: no início, o Google pretendia gerar receita licenciando sua tecnologia de busca, tal como fez com o Yahoo!, mas a idéia não se mostrou promissora. Relutando em exibir banners e outros tipos semelhantes de publicidade no Google, os fundadores da empresa acabaram buscando uma forma diferente e não invasiva de exibir anúncios. A solução encontrada é o que conhecemos hoje como Google AdWords;
Fevereiro de 2001: o Google compra uma empresa chamada Deja News, cuja tecnologia foi incorporada ao serviço que hoje nos é apresentada como Google Groups;
Junho de 2001: o Google lança um buscador de imagens, que é anexado ao seu serviço de busca contextual;
Agosto de 2001: Eric Schmidt, que até então trabalhava com CEO da Novell, assume o cargo de diretor executivo do Google. Page e Brin tiveram certa relutância em disponibilizar esse cargo, mas o “aconselhamento” de investidores serviu de base para a decisão. Hoje, Schmidt, Page e Brin são os nomes mais importantes do Google;
Setembro de 2002: surge o Google News, serviço que agrega de maneira automatizada links para notícias do mundo inteiro. Apesar de não ser muito popular, é considerado indispensável por quem o utiliza regularmente, inclusive por este que vos escreve;
Fevereiro de 2003: o Google comprar o Blogger, até hoje, um dos serviços de blogs mais utilizados do mundo;
Junho de 2003: o Google anuncia o serviço AdSense, que exibe anúncios publicitários em sites de uma rede de parceiros. Além de elevar a receita da empresa, o Google AdSense serviu para alavancar as finanças de uma infinidade de sites no mundo inteiro;
Janeiro de 2004: o Google lança o Orkut, a rede social que virou febre no Brasil, mas que, tempos depois, se mostrou um fracasso em outras partes do mundo;
Abril de 2004: o Google lança oficialmente o Gmail, seu revolucionário serviço de e-mail como 1 GB de capacidade. No início, era necessário ter convite para criar uma conta, fato esse que atiçou a curiosidade de muitas pessoas;
Agosto de 2004: o Google - finalmente - lança ações na Bolsa. O custo inicial de seus papéis era de 85 dólares. Hoje, cada ação tem valor próximo a 450 dólares;
Fevereiro de 2005: o Google anuncia o serviço Google Maps, baseado em tecnologia da empresa Where2, comprada no ano anterior;
Maio de 2005: nasce o programa que permite a qualquer pessoa ver o mundo na tela de seu computador: o Google Earth. Essa incrível ferramenta é, na verdade, oriunda da Keyhole, empresa comprada pelo Google em 2004;
Agosto de 2005: é disponibilizada a primeira versão do comunidador instantâneo Google Talk. O serviço não se torna muito popular, mas consegue uma boa base de utilizadores ao ser adicionado à interface do Gmail;
Setembro de 2005: Vinton G. Cert, tido como o “pai da internet”, passa a fazer parte do alto escalão do Google;
Janeiro de 2006: o Google se envolve no que se tornou uma de suas maiores polêmicas: a aceitação de condições de censura impostas pelo governo chinês em sua atuação na China;
Março de 2006: o Google compra o Writely, editor de textos on-line que, após várias mudanças, deu origem ao Google Docs;
Outubro de 2006: o Google compra o YouTube, um negócio que envolveu o incrível valor de 1,65 bilhão de dólares;
Abril de 2007: em um negócio envolvendo 3,1 bilhões de dólares, o Google anuncia a compra da DoubleClick, notícia que afetou os ânimos da Microsoft;
Novembro de 2007: o Google anuncia oficialmente o projeto Android, uma plataforma para dispositivos portáteis que está sendo desenvolvida de forma colaborativa com outras empresas e desenvolvedores;
Maio de 2008: o Google lança o Google Health, serviço até certo ponto polêmico e que se propõe a servir de base de informações médicas para seus usuários;
Junho de 2008: o Google fecha um surpreendente acordo com o Yahoo! para exibir publicidade contextual nas páginas de resultados de busca deste último. A iniciativa é vista como uma manobra do Google para dificultar a tentativa da Microsoft de adquirir o Yahoo!;
Julho de 2008: no que, para muitos, parece ser uma tentativa de disputar espaço com a Wikipedia, o Google abre acesso ao serviço Knol, onde o próprio usuário gera o conteúdo;
Setembro de 2008: o Google entra para a briga dos navegadores de internet ao lançar o browser de código aberto Chrome.
Certamente faltam itens nesse resumo e, se você se lembrar de algo importante que não foi citado aqui, te convido a inserir uma nota nos comentários
Essa “linha do tempo” serve para deixar claro que o Google tem motivos de sobra para comemorar os seus 10 anos de existência. A empresa foi criada oficialmente em 07/09/1998, mas costuma comemorar seu aniversário durante todo o mês de setembro e, pelo menos nos últimos anos, exibiu um logotipo comemorativo no dia 27 do referido mês. Mas, o que importa é que foram 10 anos intensos e de expressiva importância para a internet. Sim, porque embora pareça exagero, hoje já não é possível falar de internet sem falar do Google. Apesar de a empresa ser vez ou outra sondada por questões referentes à privacidade dos usuários e da dependência de seus serviços, não dá para negar que os rumos da internet seriam outros sem a sua atuação.
O que muita gente se pergunta agora é como serão os 10 próximos anos do Google. Será que a empresa sustentará a imagem que tanto causa admiração? Será que manterá o seu ritmo de crescimento? Será que continuará sendo a maior no que se refere às buscas na internet? Será que gerará receita com serviços atualmente não rentáveis, como o YouTube? Será que permanecerá atiçando a ira da Microsoft? Será que dominará o mundo?
Não sei e duvido muito que alguém saiba. Como a própria história da empresa indica, em 10 anos muita coisa pode acontecer. Porém, o Google se tornou o que é hoje por não esquentar a cabeça com essa coisa de futuro e por encarar cada desafio com ares de diversão. Isso significa que a única coisa que pode frear o Google é o próprio Google.
Parabéns à empresa e que os próximos 10 anos sejam tão impressionantes quanto os 10 primeiros
Emerson Alecrim
Fonte: InfoWester
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
CTR e Índice de Qualidade: quem é quem nesse jogo chamado Adwords (Parte 01)
Neste primeiro artigo, vou explicar a diferença entre CTR e Índice de qualidade (quality score), afinal essas duas variáveis, apesar de diferentes, andam confundindo muita gente por aí.
CTR - que raios é isso afinal?!
Do Inglês CTR: Click Through Rate, ou seja, taxa de cliques que você recebe relacionada com o total de impressões de seu anúncio teve.
Da matemática: Cliques recebidos / Total de impressões.
Ou seja, o CTR é uma taxa baseada apenas em dados internos de sua campanha do Adwords (qualidade de página de destino não é considerada para o cálculo) e influencia no posicionamento dos seus anúncios na rede de pesquisa. Para o Google, CTR significa relevância: quanto mais clicado seu anúncio for em um determinado contexto, mais relevante o Google interpreta que seu anúncio é para este tipo de assunto e, por isso, te "premia" aumentando a posição do seu anúncio sem você precisar aumentar seu CPC (custo por clique).
E aqui entra aquele comentário das pessoas que enxergam o fim sem analisar os meios: "CTR não vale de nada. O que o Google ganha me colocando numa posição melhor, sem eu ter que aumentar meu cpc? Lógico que ele vai colocar quem paga mais em cima!". Lógico... lógico que não. Google gosta de relevância, seu foco é apresentar resultados cada vez mais relevantes para os usuários, com o intuito de mantê-los sempre voltando. Como a grande parte da verba que o Google ganha com Adwords vem de custo por clique, apresentar anúncios cada vez mais relevantes para o usuário é aumentar as chances de o usuário clicar naquele anúncio, ou seja, maiores são as chances de o Google lucrar com seu anúncio (pense, onde você ganharia mais: em 1 clique de 0,20 ou em 10 de 0,05 cada um?)
Índice de Qualidade - não é a tal da relevância?
Calma, relaxa, respira. São duas coisas diferentes. Relevância está ali no seu CTR, aqui a gente está tratando de qualidade, uma coisa menos tangível, mas tão importante quanto.
O Índice de qualidade é basicamente a relação entre seu set de palavras-chave, seus anúncios, seu CTR e, em alguns casos, sua página de destino (o Google fala sobre "outros fatores relevantes", mas como estes são desconhecidos, não vou entrar em detalhes) e influencia em duas coisas: lance mínimo para ativação da palavra e posicionamento.
A forma como ele é calculado depende da rede em que você está anunciando e até a segmentação da sua campanha, então para ficar mais claro, explico caso a caso embaixo.
**- Índice de Qualidade no lance mínimo da palavra-chave (rede de pesquisa)
**
. CTR da palavra-chave
. Relevância da palavra-chave em relação aos anúncios
. Qualidade da página de destino (onde o usuário é levado quando clica no anúncio)
. Histórico de CTR da sua conta
. outros fatores relevantes (e desconhecidos)
Quanto maior for seu índice de qualidade, menor será o valor mínimo para ativar a palavra-chave na rede de pesquisa. Por isso segmentar bem o seu conjunto de palavras-chave, escrever anúncios que utilizem as palavras-chave principais e otimizar a landing page também para o conjunto de palavras escolhido por você é extremamente importante.
- Índice de Qualidade no posicionamento do anúncio na rede de pesquisa
. CTR do anúncio
. CTR da palavra-chave
. Relevância das suas palavras e do anúncio para a consulta do usuário no Google
. Histórico de CTR da sua conta
. Outros fatores relevantes (e desconhecidos)
Observe que aqui a qualidade da página de destino não conta e veja quantos CTR são considerados! De novo o Google apelando para relevância, então não adianta encher sua campanha de palavras-chave se elas não forem relevantes para seu produto/serviço.
- Índice de Qualidade no posicionamento do anúncio na rede de conteúdo (segmentado por palavra-chave)
. Desempenho que o anúncio teve no site em que será exibido e sites semelhantes
. Relevância dos anúncios e palavras-chave selecionadas para o site em que o anúncio será exibido
. Qualidade da página de destino
. Outros fatores relevantes (e desconhecidos)
Apesar de o CTR aparentemente não ser considerado, buscar um CTR legal na rede de conteúdo é interessante para você avaliar quão relevantes seus anúncios estão sendo em um determinado contexto e até para estudar quais sites você excluiria da lista de sites que exibem seus anúncios.
- Índice de Qualidade em campanha segmentada por canal
. Se optar por CPM, apenas a qualidade da sua página de destino é considerada
. Se optar por CPC, a qualidade da sua página de destino é considerada e taxa de cliques são considerados
Oba! Sem "outros fatores relevantes" (e desconhecidos). Assim fica até mais fácil aumentar o índice de qualidade.
Otimize sua landing page para ela ser relevante quando comparada aos anúncios e aos sites que você escolheu para ter seu anúncio exibido. Quanto mais segmentada for a página de destino, mas chances você tem de aumentar seu índice de qualidade (páginas "genéricas", tipo home de um site, costumam não apresentar um bom índice de qualidade - quanto mais genérico, mais difícil é para ser relevante).
Na segunda parte do artigo, vou dar dicas de como melhorar seu CTR e índice de qualidade.
Fonte: iMasters
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Um Pouco mais sobre SEO
SEO é um assunto bastante interessante porque gira em torno de boatos, mitos e suposições. Na verdade, sabemos pouca coisa sobre o que ajuda ou não na boa colocação dos sites nos sistemas de busca. O engraçado é que esse mistério todo é levantado pelos próprios buscadores. Isso é necessário, sem dúvida. Imagine se qualquer pessoa pudessem fazer dinheiro. A situação é a mesma. Por isso, os buscadores, principalmente o Google, têm seus segredos e divulga apenas o necessário para que possamos fazer um bom trabalho.
O trabalho de SEO hoje é um pouco mais complexo do que 5 anos atrás, quando os Padrões Web começaram a ganhar força aqui no Brasil. Teve uma época em que era fácil fazer um site ficar em primeiro na busca orgânica do Google, bastava apenas retirar as tabelas da estrutura do site e utilizar as tags da maneira correta. Tive experiências de ter apenas convertido o código do site para Tableless (XHTML e CSS), e sem muito trabalho o site apareceu em primeiro lugar.
Hoje não é tão fácil assim. O diferencial naquele tempo era o código limpo, semântico e legível. Atualmente qualquer site tem o código feito com CSS e um XHTML relativamente legível. Isso fez com que profissionais encontrassem outras maneiras de colocar os sites em lugares privilegiados nas buscas.
Agora, é necessário que façamos muito além do que apenas uma mudança no código fonte. Há trabalho de textos, escolha, pesquisa e monitoramento de palavras-chave, relevância do texto, semântica dos elementos, cuidados com conteúdo duplicado, entre outros pontos importantes. Esses pontos devem ser combinados para que o resultado seja mais interessante.
O trabalho de SEO é um trabalho feito por partes. Para que ele seja efetivo e tenha resultados duradouros, há uma série de passos que devem ser seguidos, que vão desde a estruturação do código até a criação de campanhas para levantar links relevantes apontando para o site. É um trabalho que leva tempo para que os resultados se tornem interessantes e que estimulem o cliente. Por isso é interessante informar ao cliente, na hora da contratação do serviço, que resultados satisfatórios podem demorar para chegar. Dependendo do mercado que o cliente atua, pode levar semanas ou meses.
Mesmo assim, relatórios semanais ou mensais são importantes para que o cliente esteja ciente da evolução do seu investimento e possa decidir se quer ou não continuar com o trabalho. Dar um prazo de no mínimo três meses é algo que pode ser seguro para o profissional. Assim, há bastante tempo para que as alterações possam ser feitas e os robôs possam absorver toda a informação modificada e atualizar o ranking do site.
Há alguns pontos que podemos controlar e que são básicos para o início do trabalho de SEO:
1. Otimização de código fonte
2. Estudo e estrutura de palavras-chave e termos importantes
3. Links externos para o site
4. Idade da página
5. Criação do Sitemaps.xml
6. .HTACCESS atualizado
Normalmente a otimização do código fonte e o estudo e edição de palavras e termos podem ser feitos por terceiros ou pelos próprios integrantes da equipe de desenvolvimento. Mesmo assim, para o trabalho com texto, é aconselhável contratar um editor.
Os links externos podem ser conseguidos a partir de campanhas online. Há trabalhos e parcerias que podem ser feitos com sites de terceiros, em comunidades e até mesmo blogueiros. A idéia é que seu site tenha conteúdo relevante e seja linkado em outro sites com relevância interessante e que o ranking seja significativo. Isso também leva tempo e pode ser difícil dependendo do mercado em que o cliente atua.
A idade da página é outro ponto importante. Não se deve modificar URLs regularmente. O endereço de cada página é único e nada pode ser perdido. Se a URL deve ser modificada, o endereço antigo deve ser redirecionado para o endereço mais atual. Muitos CMS como o Wordpress já vêm munidos de permalinks e URLs amigáveis. Divulgar sempre um mesmo endereço é algo importante e não deve passar despercebido.
A criação de um Sitemap.xml é importante para manter os buscadores atualizados sobre a relevância das páginas do seu site e regularidade de atualização. O Wordpress tem plugins que fazem o Sitemap.xml específico para seu site e o mantém atualizado.
O .htaccess vai servir para o controle de endereços antigos e redirecionamento para os endereços mais atuais. Atenção: cuidado para que o .htaccess tenha redirecionamentos demais. Isso pode prejudicar o trabalho dos buscadores e algumas de suas páginas podem não ser redirecionadas corretamente.
Fonte: iMasters
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Lançamento de navegador marca defesa contra a Microsoft, diz Google
O lançamento do navegador Chrome faz parte de uma estratégia do Google para brecar o desenvolvimento de serviços de internet da Microsoft. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (4) pelo executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, ao jornal "Financial Times". Ele admite um "componente de defesa" no lançamento do software.
Segundo ele, o objetivo é impedir que a Microsoft utilize o amplo domínio do Internet Explorer para favorecer seus próprios serviços de internet. A fala do executivo contraria as primeiras informações do Google sobre o produto, que inicialmente negou qualquer tentativa de competir com a Microsoft.
"Não temos visão de competição. Não queremos competir com a Microsoft e continuamos colaborando com a Fundação Mozilla", afirmou Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, durante evento de lançamento do navegador no país. Segundo ele, a idéia era "dar mais uma opção ao internauta".
Schmidt, entretanto, é mais duro quando o assunto é competição. "A Microsoft tem um histórico de favorecimento a seus próprios aplicativos e eu poderia te dar 500 mil páginas de depoimentos, documentos em blogs e, assim por diante, sobre isso", afirma.
A chegada do Chrome rememora a batalha da Microsoft contra a Netscape pelo domínio dos browsers de internet --briga que gerou inclusive batalhas judiciais. "Nós achamos que o browser continua a ser uma plataforma importante. Que a guerra dos browsers de dez anos atrás estava certa: o browser importa".
Para alavancar o download do Chrome, o Google adotou uma estratégia agressiva. Colocou um link na capa de seu sistema de buscas convidando os internautas para fazerem o download do Chrome. Trata-se de um instrumento de propaganda extremamente eficiente, já que grande parte da internet passa por ali todos os dias.
Fonte: Folha OnLine
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Novo Sistema PHP
Fala Galera!
Estou trabalhando há 6 meses com uma API que se baseia em programação Orientada a Objeto. Isto foi muito bom no começo, principalmente por que sabia muito pouco sobre PHP e MySQL (POO então... nem se fala!). Agora estou cansando desta API, pois toda vez que preciso executar uma Query SQL tenho que me preocupar com inúmeras variáveis no decorrer do sistema (lê-se classes, funções, arrays, conexões, etc).
Irei desenvolver uma nova API, muito mais simples. Onde será possível executar rapidamente um comando SQL (não importa qual seja ele) através do PHP, o que me dará oportunidade de criar um sistema inteligente de busca na base de dados.
No decorrer deste desenvolvimento, compartilharei algumas informações aqui =)